segunda-feira, setembro 27, 2021
Principal Arquivos 2018 agosto 3

Arquivos diariosago 3, 2018

3197

Um dos mais renomados palestrantes do pais na área de saúde e segurança ,Cosmo Palasio de Moraes Junior ,estará visitando e proferindo palestra no município de Joaçaba no dia 22 de agosto a partir das 19:30 nas dependências do auditório Dresch na UNOESC .
O evento é promovido pelo Sindicato dos trabalhadores nas indústrias da construção e do Mobiliário de Joaçaba e Região- Siticom Joaçaba em parceria com a empresa Bonna Engenharia e conta com o apoio da UNOESC .
¨O Siticom vem desde 2016 trabalhando a temática de saúde e segurança sem esquecer sua missão que é defender os direitos dos trabalhadores, e por este motivo que estamos á 2 anos sem mortes na construção .Pensando em qualificar o debate sobre saúde segurança no resolvemos trazer Cosmo Palasio que é  especialista nesta temática , tento ministrado palestras no Brasil e no exterior além de responsável por esta área em varias multinacionais como Volkswagen  , Parmalat entre outras . Já recebemos inclusive pedidos de reserva de interessados de vários lugares do nosso estado devido a qualidade do palestrante ,Os interessados podem adquirir sua entrada diretamente no Siticom com o valor simbólico de 10,00 ( Dez Reais).  ¨Resumiu Pedro Nogueira-Presidente do Siticom

Ao mesmo tempo, acontecerá o lançamento do concurso fotográfico com o tema  ¨Boas praticas na construção –saúde e segurança ¨em parcerias com as construtoras e prestadoras de serviço do ramo da construção .O concurso  é aberto a toda a comunidade de área de atuação do Siticom Joaçaba e premiará as três melhores fotos de boas praticas  , sendo o primeiro lugar premio de R$800,00 reais , Segundo Lugar R$600,00 reais e o terceiro Lugar R$400,00 para maiores informações acessar a pagina do sindicato www.siticomjoacaba.org ou pelo telefone 49-35540355.

 

 

 

 

2979

 

As mudanças na contribuição sindical promovidas pela reforma trabalhista (Lei nº 13.467/17) são inconstitucionais. É o que diz nota técnica divulgada nesta segunda-feira (30) pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O documento aponta que alterações como o fim da obrigatoriedade da contribuição dependem de lei complementar por ser recurso de natureza tributária. Além disso, a instituição defende que a autorização para desconto em folha da contribuição sindical deve ser definida em assembleia com participação de toda a categoria, caso o STF se posicione pela manutenção das alterações trazidas pela nova lei, do contrário de declarar a inconstitucionalidade das alterações nada muda, ou seja, o imposto continua sendo obrigatório de todos os trabalhadores.
De acordo com a nota técnica da Coordenadoria Nacional de Defesa da Liberdade Sindical (Conalis) do MPT, a contribuição sindical abrange trabalhadores e empregadores pertencentes a determinada categoria e, portanto, deve ser considerada contribuição compulsória. Baseado no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece o caráter tributário da contribuição, o MPT afirma que as mudanças violam o princípio da unicidade sindical e enfraquecem financeiramente as entidades sindicais.
Segundo o coordenador nacional da Conalis, João Hilário Valentim, a nota técnica retrata a decisão da maioria do colegiado da coordenadoria que, em reunião nacional se debruçou sobre o tema, o debateu e aprovou. “É fruto de trabalho coletivo. A nota trata somente da contribuição sindical e se limita a analisar os aspectos jurídicos da modificação legislativa, ou seja, é uma análise essencialmente técnica”, acrescentou o procurador.
Além dos pontos considerados inconstitucionais, o documento afirma ainda que a autorização prévia e expressa para desconto em folha de pagamento deve ser definida em assembleia com participação de trabalhadores filiados e não-filiados à entidade, pois cabe ao sindicato realizar negociação coletiva de condições de trabalho em nome de toda a categoria.
“A Lei nº 13.467/17 neste tópico está, portanto, desestabilizando as relações sindicais, com graves prejuízos à defesa coletiva dos interesses dos representados. Seu texto gera incerteza e insegurança jurídica ao passo que pretende suprimir os paradigmas de proteção sobre os quais se fundam a Constituição e o Direito do Trabalho”, registra a nota.

Fonte: Assessoria de Comunicação MPT

823

Ao contrário do que dizem as entidades patronais, a Reforma Trabalhista não vai gerar emprego, mas mudar a forma como os trabalhadores atuam hoje. A nova lei vai redividir as áreas de trabalho para agregar um número maior de pessoas. 

A afirmação foi feita pela cientista política do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Jéssica Naime, em entrevista ao site da Federação Nacional dos Frentistas (Fenepospetro).

Segundo ela, para gerar empregos o governo precisa investir em infraestrutura e adotar uma política sólida de financiamento para o setor privado. Jéssica acrescenta que só com investimentos em máquinas, ciência, tecnologia e educação o país voltará a crescer. No mercado de trabalho não se multiplica vagas com uma conjuntura de recessão econômica e muito menos de redução de gastos públicos e investimentos em políticas sociais.

A Reforma Trabalhista traz uma mudança muito significativa nas regras que regem o mercado brasileiro. A lei 13.467 tem o potencial enorme para mudar a correlação de forças entre trabalhador e patrão, fragilizando a posição da classe operária. A nova legislação coloca patamares bem mais flexíveis de contratação, condições de trabalho, remuneração e jornada. 

“Um trabalho que antes era executado por apenas um funcionário poderá ser dividido por três ou mais pessoas, que, ao mesmo tempo, passarão a ter uma remuneração menor, com isso terão mais dificuldades para manter a família”, frisa a analista do DIEESE.

Jéssica Naime afirma que o deficit social no país é muito grande e que por isso o governo precisa investir para manter a economia aquecida e gerando empregos. Ela diz que o Brasil tem um deficit de saneamento muito grande. O governo poderia expandir a infraestrutura de saneamento e gerar investimento público e emprego. 

“O governo pode investir também na infraestrutura de transporte para ativar as ferrovias e investir em novas formas de conexão que podem aumentar nossa condição de produzir mais”, concluiu.

A analista política argumenta que o governo tem todas as condições para gerar investimento na economia, fazendo girar a roda e promover o crescimento. Ela frisa que com esse investimento, o governo consegue aumentar a arrecadação, o emprego e o consumo.

Menos qualificados serão descartados

A analista política do DIEESE acredita que a Reforma Trabalhista vai aumentar a rotatividade no mercado de trabalho porque a lei fragiliza os vínculos de trabalho, o que torna mais fácil a demissão, ao mesmo tempo em que flexibiliza a forma de contratação como trabalho intermitente ou autônomo. 

“A lei permite que os empresários façam uma adequação na força de trabalho para lidar com as variações sazonais da produção. Com essa facilidade, o trabalhador menos qualificado se torna mais descartável”, completa.

Jéssica alerta que há uma grande possibilidade das empresas demitirem os funcionários para recontratar outros trabalhadores pela nova regra. “Trocar trabalhadores para rebaixar salários”.

Resistir à reforma

Jéssica Naime declarou que os sindicatos vão precisar se reorganizar para garantir os direitos dos trabalhadores e tentar reverter os retrocessos da lei. Ela diz que com a Reforma Trabalhista a principal referência de direito mínimo do trabalho deixa de ser o piso, podendo inclusive ser o teto, tendo em vista que o negociado vai prevalecer sobre o legislado.

Fonte : Nova central 

1313

por Nailton Francisco de Souza

A Lei 13.467/2017 sancionada dia 13 de julho por um governo usurpador com total apoio dos corruptos do Congresso Nacional alterou 117 itens da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho, e, na visão de especialistas, não inverterá a queda livre do PIB – Produto Interno Bruto e, muito menos, solucionará o desemprego que afeta 14,2 milhões de brasileiros (as).

Se o movimento sindical não agir de forma unificada para reverter o caos trabalhista, voltaremos a conviver com salários arroxados, altos índices de acidentes do trabalho, doenças ocupacionais e o crescente número de contratos de trabalho nos regimes: intermitente, temporário, parcial e terceirizado.

Nesta conjuntura adversa, é preciso que a classe trabalhadora entenda que a representação sindical é formada por trabalhadores (as) organizados na base e em outras esferas representativas. Por outro lado, é dever do sindicalista observar a realidade do país e, dentro dela, buscar fórmulas de amenizar o sofrimento de seus representados que ficaram mais vulneráveis com o enfraquecimento da representação laboral.

Infelizmente, a conquista alcançada ao longo dos anos com muita luta, de forma sistemática, tem sido destruída com o apoio da mídia golpista e contribuição explicita do Judiciário. Todos a serviço do capital financeiro especulativo defendem uma estratégia de crescimento econômico orientado pelo mercado e integrado à globalização capitalista.

O economista João Sicsú, ex-diretor de Políticas e Estudos Macroeconômica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e professor do Instituto de Economia da UFRJ, afirma que o “congelamento dos gastos públicos por 20 anos e à reforma trabalhista”, são iniciativas que converterão o Brasil em uma “plataforma exportadora de produtos básicos” e que, consequentemente, enfraquecerão o mercado interno.

“O barateamento da mão de obra não traz qualquer vantagem competitiva para quem produz para o consumo interno, pois todos os empresários terão esses custos reduzidos e, em médio prazo, o rebaixamento salarial afetará ainda mais o poder de compra das famílias. Somente quem produz para o mercado externo terá algum benefício. O país, por decisão da elite política e financeira, entrará na divisão do trabalho globalizado como uma colônia moderna”, alerta Sicsú.

Na opinião do sociólogo Clemente Ganz Lúcio, do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o movimento sindical precisa enfrentar, imediatamente, os seguintes desafios: melhorar a preparação das Campanhas Salariais; repensar a organização sindical e intensificar a presença nos locais de trabalho; redesenhar a luta institucional para enfrentar a nova legislação trabalhista e produzir conhecimento sobre as profundas transformações na economia e nas cadeias produtivas com impactos sobre os empregos, as condições de trabalho e os salários e, por fim, construir novas formas de organização de luta e intensificar a formação sindical.

Depois destas análises bem fundamentadas, podemos concluir que as reformas em curso são para demolir direitos sociais e trabalhistas, pois o que está em jogo, além do desmonte de tudo aquilo que a classe trabalhadora conquistou desde 1943 e foi instituída na CLT, é a construção de um novo Estado, ou seja, a definição do papel do Estado para servir exclusivamente os mais poderosos.

* Nailton Francisco de Souza “Nailton Porreta” é diretor Nacional de Comunicação Social da Nova Central Siindical de Trabalhadores – NCST

Fonte : Portal da Nova Central Nacional

3026

JOAÇABA SEM MORTES”:

Em setembro de 2016, começava, através da parceria entre o Siticom Joaçaba e o ministério público do trabalho, o programa “Joaçaba sem mortes”, que veio para preencher uma lacuna que existia até então, que era a falta de conhecimento, por parte dos trabalhadores autônomos do setor da construção civil, referente à saúde e segurança nos ambientes de trabalho. Até porque a região era líder no ranking estadual por acidentes graves e fatais por quedas de altura.
Para isso, então, durante este quase um ano, ocorreram vários treinamentos através do sindicato, treinamentos estes específicos às atividades da construção civil, para trabalhadores de empresas construtoras e, principalmente, os autônomos que também trabalham em obras. Um ponto importante a se observar é que os treinamentos foram executados, parte da carga horária, nos próprios canteiros, aumentando assim o entendimento por parte dos trabalhadores das situações de risco e das medidas para prevenir os acidentes laborais. Com isso se percebeu a mudança de comportamento dos trabalhadores das obras, agindo com mais atenção, cuidado e segurança no desenvolver das atividades. O ponto mais importante disso tudo é que desde os acidentes pequenos até os mais graves, e os fatais, deixaram de ocorrer, o que mostra que o nosso objetivo foi alcançado. Isso, é claro, juntamente com os outros programas realizados pelo Siticom.


1318

Paulo Stuart Wright nasceu no dia 2 de junho de 1933 em Joaçaba, de Santa Catarina, filho de um casal de pastores presbiterianos estadunidenses: Latham Ephraim Wright e Maggie Belle Miller Wrigt. Se estive se vivo completaria 84 anos ontem.
Aprendendo o Valor do Trabalho
Na infância, o pai não lhe transmitiu apenas os ensinamentos bíblicos. Ensinou o valor do trabalho. As crianças ajudavam nas tarefas de casa, a cuidar de um pequeno roçado, a preparar o suco de uva; as tarefas eram distribuídas de acordo com a idade e as condições de cada uma, naturalmente.
Concluído o Primário, foi para o Instituto Metodista de Passo Fundo (RS) e terminado o científico, foi para os Estados Unidos, onde cursou sociologia e política. Já viajou noivo de Edimar Rickli, a Edi. Nas férias, arranjava emprego na construção civil e participava das greves da categoria. Escreveu para a noiva: “Minhas mãos já estão calejadas de manejar a pá. O seu noivo agora conhece o que significa trabalho”. Falava também com ternura: “Eu a amo numa forma maior do que posso medir ou explicar”. Como tinha também cidadania norte-americana, foi convocado para servir às Forças Armadas. Com certeza, teria ido para a Guerra da Coréia (1950-1953). Foge dos EUA.
São Paulo, novembro de 1956. Paulo Wright tira sua carteira profissional e registra como profissão, servente. Não se satisfazia em defender os operários; queria ser um deles. Mas em dezembro de 1956, dona Belle morre e Paulo se vê na obrigação de não deixar o pai sozinho. De volta à pequena Joaçaba, emprega-se como torneiro mecânico numa pequena indústria. Ajudou a fundar o sindicato dos metalúrgicos e apoiou a organização dos trabalhadores da construção civil e da indústria do papel e papelão. Entende que para contribuir com a libertação do povo, é preciso atuar também na política partidária. Ingressa no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e se candidata a vereador em 1958, mas não é eleito.
Em 1959, o pai decide regressar para os Estados Unidos e Paulo volta com Edi, já casados, para São Paulo. Foi contratado como torneiro mecânico na Lambretta do Brasil S.A, e logo se tornou sócio do sindicato dos metalúrgicos. Continuava atuando na Igreja. Escreve no jornal da Juventude Presbiteriana: “O nosso testemunho no campo missionário e político é estarmos ao lado dos deserdados, sofrendo com os que sofrem, chorando com os que choram nos alegrando com os que se alegram”.
Em 1960, assume a Secretaria Regional da União Cristã de Estudantes do Brasil. Declara: “…Nossa maneira de amar o próximo deve ir além de ajudar aos mais necessitados. Devemos levar a sério nossa responsabilidade de acabar com a miséria e o analfabetismo”.
Nesse ano (1960), o casal volta para Joaçaba (SC), onde Paulo se candidata a prefeito e perde por apenas 08 votos. A direita usou como estratégia de campanha a ideia de que o povo não devia votar em comunista.
Foi chamado para dirigir a Imprensa Oficial do Estado. Mudou-se para Florianópolis, Dedicou-se a organizar os pescadores numa rede de cooperativas, para se livrarem dos atravessadores. Em 1962, é fundada a Fecopesca, com 27 cooperativas associadas. Foi acusado pela direita, de organizar “Ligas Marítimas Comunistas”, numa referência às Ligas Camponesas do Nordeste.
Mandato a Serviço do Povo
Em 1962, sem espaço no PTB, se elege deputado estadual pelo Partido Social Progressista (PSP). Seu mandato foi dedicado à organização dos trabalhadores, ao fortalecimento da Fecopesca, das entidades estudantis e populares. Escreve para um jornal estudantil: “… O foco de nossa atenção se concentra na luta pela construção de uma nova sociedade, para a formação de um novo homem”.
Em 1963, nasce seu filho, João Paulo, que veio trazer muita alegria, especialmente para Leila, então com dois anos, uma companhia para brincar. No mesmo ano, nasce a Ação Popular (AP), formada por militantes jovens oriundos da Juventude Universitária Católica (JUC), União Cristã de Estudantes do Brasil e Associação Cristã dos Acadêmicos. A AP definia como objetivos mobilizar, organizar e conscientizar o povo brasileiro contra o capitalismo internacional, nacional e o feudalismo, priorizando as organizações operárias e camponesas.
Paulo se envolveu completamente na construção da AP. As forças organizadas das classes dominantes travam na Assembléia um combate a ele por suas “idéias comunistas”. O próprio PSP, partido pelo qual se elegeu, pressiona para que renuncie. Seu primeiro suplente, Manoel Santos (Mané Bicheiro) contrata um pistoleiro para matá-lo. Trata-se de um sargento da Polícia, que procura a vítima para ver se ele concorda em cobrir a oferta. Paulo convence-o a desistir da empreitada e juntos prestam uma queixa na Secretaria de Segurança Pública.
Cassado pela Ditadura
“Com o início do golpe em 1964 e a pressão em cima da Assembleia Legislativa, o mandato de Paulo foi cassado sob a alegação de quebra de decoro parlamentar, por não usar paletó e gravata”.
Acuado, ameaçado, Paulo se refugia na embaixada do México e sai do país. Do México, segue para Cuba, onde não pretende demorar. O tempo foi bem aproveitado. Visitou vários lugares, conversou com o povo, com missionários, com revolucionários, e participou de treinamento militar..
Nas palestras em território cubano, destacava que “Ao mesmo tempo, o homem pode ser cristão e socialista e muitos cristãos o são. No mundo de hoje, se vislumbra uma coincidência entre as aspirações dos cristãos e dos socialistas quanto à vida humana”.
Paixão e Morte na Semana da Pátria
Setembro de 1973. A Repressão prepara na Semana da Pátria o cerco à AP, independentes ou integracionistas. 38 militantes são capturados no Recife, Rio, São Paulo e em Salvador.
Paulo Wrigt tinha um encontro com Osvaldo Rocha. Pegaram um trem no sentido São Paulo-Mauá. Os agentes também. Eles perceberam. Tentaram despistar. Osvaldo desceu antes. Foi preso ao chegar a casa. Paulo desceu depois; nunca mais foi visto. Na sala de tortura da Operação Bandeirantes (OBAN) do DOI/Codi de São Paulo, Osvaldo viu no chão a camisa com que Paulo estava vestido no seu último encontro.
O Reverendo Jaime Wrihgt, irmão e confidente de Paulo fez de tudo para descobrir seu paradeiro. Foi com um pastor, que também era tenente-coronel à OBAN, mas disseram que lá não havia nenhum preso com o nome do seu irmão. Brilhante Ulstra, torturador denunciado por vários sobreviventes, disse que havia encontrado uma pasta apenas com o título de eleitor de Paulo dentro, mas não o vira e de nada sabia. Jaime foi aos Estados Unidos, pois Paulo tinha dupla cidadania. Denunciou aos organismos internacionais de defesa dos direitos humanos, impetrou habeas corpus, e nada. Procurou Dom Paulo Evaristo Arns, a Comissão de Justiça e Paz. Pediu licença à Igreja Presbiteriana para trabalhar com dom Paulo e foi um dos coordenadores do projeto Brasil: Tortura Nunca Mais.
Paulo recebeu muitas homenagens. A Assembléia Legislativa de Santa Catarina revogou sua cassação em 1985. Um Plenarinho da Assembléia tem o seu nome, que também denomina logradouros públicos no Rio, Curitiba e Florianópolis. A Medalha Chico Mendes de Resistência foi dedicada a ele em 1991. O Estado brasileiro assumiu a responsabilidade por sua morte (Anexo da Lei 9.140/95).
Fontes: José Levino, historiador, escritora Marlene Soccas

1475

Reuniram se na última sexta feira na sede do Siticom Joaçaba os trabalhadores de varias empresas do ramo da construção e do mobiliário de varias cidades de abrangência desde sindicato. Nessa assembleia foram debatidos os males da terceirização e das reformas trabalhistas e previdenciárias. O presidente do Siticom Joaçaba Pedro Nogueira fez a explanação dos motivos de ser contra a terceirização e da reforma trabalhista. Entre os motivos apresentado para ser contra a terceirização está , que haverá uma redução na qualidade de vida do trabalhador , também o trabalhador terceirizado ganha menos , a quantidade de acidentes é maior entre os terceirizados , e HAVERÁ “PEJOTIZAÇÃO” a lei não prevê defesa contra pejotização, ou seja, as empresas poderão contratar somente funcionários que se submeterem a serem contratados como empresários autônomos. Tal arranjo afasta em regra todos os direitos trabalhistas e a reforma trabalhista vai à mesma direção possibilita a diminuição para trinta minutos de almoço, permite que o acordado vale sobre a lei , rasgando assim a CLT ,possibilita reduzir salário , dificulta o acesso a diversos outros direitos , por exemplo , férias , decimo terceiro e outros . Outro Ponto debatido foi a reforma previdenciária, ao qual foi convidado o advogado do sindicato Dr Luciano Laerte Pagno que fez uma explanação e respondeu perguntas dos trabalhadores sobre a reforma . Os pontos centrais foram tempo de contribuição e idade mínima para aposentadoria, Além de todos os outros itens. ( esta disponível para quem quiser a palestra podemos enviar por e –mail ). Após estes debates todos, abriu se para discutir e APROVAR OU NÃO A PAUTA DE REIFIDICAÇOES 2016 /2017 a ser entregue ao sindicato patronal.
Após varias colocações dos trabalhadores presente fazendo sugestões e também concordando coma proposta apresentada pela diretoria.Foi aprovada a pauta a ser encaminhada para o sindicato patronal.
Também ficou decidido que o torneio de futebol do trabalhador se realizará no dia 29/04/2017 e as descrições já estão abertas .

1356

Após quatro meses de negociações na Sede da FIESC, foi fechado nesta quinta-feira o acordo para o reajuste do salário mínimo regional catarinense teve aumento, ficou abaixo da demanda inicial, mas acima da inflação do ano passado. Com isso, os valores ficarão entre R$ 1.078 a R$ 1.235 para as quatro faixas salariais. Na negociação do piso de 2016, o reajuste havia ficado em 11,12%, também um pouco acima da inflação do ano anterior.
Enquanto alguns Estados seguem o mínimo nacional, outros definem seu piso por legislação própria. Santa Catarina passou a adotar o piso regional em 2009. No país, o salário mínimo sofreu reajuste de 6,47%, passando de R$ 880 em dezembro de 2016 para R$ 937 em janeiro de 2017.

Em SC, para se chegar a um consenso, foram necessárias cinco rodadas de negociações entre trabalhadores e entidades patronais como a Federação das Indústrias do Estado de SC (Fiesc), a Federação da Agricultura (Faesc) e a Fecomércio SC , pelo Lado do trabalhadores esteve presentes vários sindicatos , varias federações entre elas FETICOM –Sc , FECESC e Centrais sindicais entre elas CUT , NSCT –Sc , FORÇA SINDICAL, com a assinatura do acordo mais de 500 mil trabalhadores serão beneficiados pelo reajuste no piso regional.

As novas faixas salariais serão encaminhados ao governador Raimundo Colombo para elaboração do projeto de lei e seguem, depois, para a Assembleia Legislativa. Por se tratar de uma iniciativa que já tem aval de empresários e trabalhadores, a proposta não deve sofrer ajustes por meio de emendas. Após aprovação na Assembleia, o documento volta para o governador para sanção. Os trabalhadores receberão os valores retroativos a janeiro deste ano.
Confira abaixo os novos valores para cada categoria:

Primeira faixa, que passa de R$ 1.009 para R$ 1.078: agricultura e pecuária; indústrias extrativas e beneficiamento; empresas de pesca e aquicultura; empregados domésticos; indústrias da construção civil; indústrias de instrumentos musicais e brinquedos; estabelecimentos hípicos; empregados motociclistas, motoboys e do transporte em geral, exceto os motoristas.

Segunda faixa, que passa de R$ 1.048 para R$ 1.119: indústrias do vestuário e calçado; indústrias de fiação e tecelagem; indústrias de artefatos de couro; indústrias do papel, papelão e cortiça; empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas; empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas; empregados em estabelecimentos de serviços de saúde; empregados em empresas de comunicações e telemarketing; indústrias do mobiliário.

Terceira faixa, que passa de R$ 1.104 para R$ 1.179: indústrias químicas e farmacêuticas; indústrias cinematográficas; indústrias da alimentação; empregados no comércio em geral; empregados de agentes autônomos do comércio.

Quarta faixa, que passa de R$ 1.158 para R$ 1.235: indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico; indústrias gráficas; indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana; indústrias de artefatos de borracha; empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito; edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade; indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas; auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino); empregados em estabelecimento de cultura; empregados em processamento de dados; empregados motoristas do transporte em geral.

1194

O SITICOM DE Joaçaba realizou no ultimo dia 30 de abril de 2016 a inauguração de um amplo  espaço de lazer composto por quiosques com churrasqueiras, banheiros e mil e quinhentos metros de área para acampamento, com uma paisagem belíssima, composto por arvores  nativas e um rio que corta todo o camping. A inauguração contou a presença de todos os diretores deste sindicato e foi prestigiado com a presença do presidente do Siticom Campos Novos, dos diretores do Siticom Tubarão, com o Tesoureiro da Feticom SC, Carlos Baldissera e com o Presidente da Feticom SC e Nova central Sindical, Altamiro Perdoná. Após a inauguração os trabalhadores e trabalhadoras e os convidados juntamente com os representantes das empresas Mozzer madeireira, Andrade , Piramide e Com Casa, foram recepcionados com um ato alusivo ao 1º de maio, onde foi aberto a palavra a todos os representantes, tanto dos trabalhadores quanto dos empresários que enalteceram as conquistas e as lutas que virão pela frente na manutenção dos direitos dos trabalhadores, quanto á férias, 13º e a manutenção das conquistas da CLT. Foi finalizado o ato com um grande almoço oferecido aos trabalhadores e seus familiares.

 

 

13123119_1211879628822780_5190467249672475647_o 13131075_1211879842156092_4797308666707242170_o 12524156_1163675680350315_258696026022988620_n 13095954_1163675620350321_5552377704940855526_n 13133342_1163675573683659_7540442479810909800_n 13120012_1211882865489123_7544819177680538556_o 13087227_1211881472155929_4728786260080519910_o

 

 

 

 

 

 

13071769_1211884005489009_5988555309516450468_o

13130943_1211883715489038_5266572013327256516_o 13112871_1211884248822318_7008572338542840559_o

2310


Nosso Arraial foi um sucesso!

Nos divertimos brincamos e comemoramos, foi  um dia muito especial. O SITICOM de Joaçaba e região, juntamente com sua diretoria, gostaria de agradecer a participação  de todos na nossa festa julina, que foi organizada pensado na alegria de todos.
Parabenizar também à todos que colaboraram que este dia acontecesse: Diretores, Amigos, familiares e voluntários. Foi realmente muito importante a participação e a dedicação de todos. A festa realizada no dia 25/07/2015, mostrou que quando é feito com sentimentos de dedicação, esforço,empenho e principalmente união, esses sentimentos dão lugar a um novo quando atingimos nosso objetivo, a GRATIDÃO.
O nosso muito obrigado a todos!IMG_9743 IMG_9687 IMG_9763 IMG_9721 IMG_9711 IMG_9709 IMG_9695 IMG_9684 IMG_9767

STICM CONECTADO!